17 nov 2017
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O PAPEL DO ARQUITETO NA AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL

Arquiteto que apresenta a automação residencial a seus clientes contribui para a futura valorização dos imóveis que projeta

A automação residencial é muito mais “pessoas” do que “coisas”. Ela existe para servir ao ser humano e é assim que seu valor é percebido. É usada para eliminar tarefas repetitivas, complexas ou enfadonhas do dia-a-dia, aumentando nossa percepção de segurança e conforto. No processo de implantação de um sistema de automação, devemos considerar certos fatores: os participantes diretos, um mediador e o “momento ideal”.

Um dos participantes é o engenheiro ou integrador, responsável por definir o sistema, escolher os equipamentos, programar as funcionalidades e instalar e treinar o usuário. O outro é o cliente, que pouco sabe de automação, desconhecendo suas possíveis funcionalidades e alheio, em um primeiro momento, aos benefícios que a tecnologia pode proporcionar. O relacionamento entre o engenheiro e o cliente não é dos mais fortes, já que existe a pressão do aspecto comercial nesta relação: um tentando vender e o outro, sem saber exatamente o que está comprando.

Mediação

Para que todos saiam ganhando, é necessário um mediador. Alguém que tenha um relacionamento com o cliente baseado na confiança e no entendimento – e uma parceria respeitosa com o fornecedor. O mediador precisa conhecer os benefícios e potencialidades de um sistema de automação, bem como suas principais características técnicas e as vantagens e desvantagens de cada solução. Mas não precisa se preocupar com detalhes técnicos, esquemas de ligação e linguagens de programação.

O mediador também deve conhecer o cliente e seu estilo de vida, bem como as rotinas e preferências das demais pessoas que moram com ele. Precisa compreender, enfim, o uso que a tecnologia terá na residência. O “momento ideal” surge quando o cliente está discutindo e avaliando a construção ou reforma de uma propriedade, quando ele conversa com a família sobre a utilização que será dada a cada cômodo e busca uma melhoria na sensação de conforto. É a hora em que ele almeja adaptar o imóvel à sua forma de viver, ao seu dia-a-dia.

E quem seria melhor, para desempenhar o papel de mediador, que o arquiteto, já que é este profissional que está discutindo com o cliente os aspectos de funcionalidade da residência durante uma construção ou reforma? É nele que o cliente deposita sua confiança, pois o trabalho conjunto para o desenvolvimento do projeto fez com que o arquiteto tivesse um entendimento mais profundo dos desejos e necessidades do proprietário, mesmo sem este último saber expressá-los claramente.

O arquiteto também é um grande “acumulador” de experiências, tendo a capacidade de sugerir aplicações que o engenheiro não conseguiria enxergar, até por não conhecer adequadamente o cliente. O arquiteto acaba se tornando um patrocinador da automação residencial quando comprova que esta tecnologia valoriza os seus projetos, apresentando um diferencial focado na modernidade e no conhecimento.

Fonte: Revista Áudio e Vídeo

17 nov 2017
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AUTOMAÇÃO “REAL” – QUAL A SUA VERDADEIRA UTILIDADE?

No conceito de automação, cada item deve ser colocado a serviço do cliente, personalizando-se a tecnologia para seu estilo de vida

Antes de qualquer coisa, eu gostaria de esclarecer e explicar que iluminação não é automação. Vou direto ao ponto, e de cabeça, pois muita gente ainda confunde controle de iluminação com automação “real”.

Os controles de iluminação, basicamente falando, são sistemas criados para facilitar a vida do usuário. De quebra, ainda economizam energia e tornam os projetos de decoração mais belos, com suas cenas criadas para cada tipo de situação (por exemplo: na hora de assistir a um filme, ficam apenas duas luminárias acesas, operando com 10% de sua capacidade; ou, na hora de relaxar, acendem-se apenas as luminárias que dão foco às plantas).

A esta altura do campeonato, o leitor deve estar se perguntando se preciso ser internado, ou algo assim. “Mas isto não é automação?”, deve estar se questionando. Ora, é claro que sim. Mas é a automação do projeto de iluminação, que consiste em controlar um conjunto de circuitos via controle-remoto (e não a automação “real”).

E quando falo em automação “real”, me refiro ao sistema de comando do sistema de iluminação e, também, do sistema de ar-condicionado, da aspiração central, do home theater, das persianas, dos sistemas de irrigação etc.

A automação já se encontra, há algum tempo, entre os assuntos mais discutidos para as revendas especializadas. Sistemas residenciais ou comerciais, dos mais simples aos mais complexos, estão disponíveis para os clientes. Mas, normalmente, esquecem de explicar o básico. Qual é a utilidade da automação? E por que devo automatizar minha casa ou meu escritório?

A automatização deve buscar, primeiramente, oferecer aos usuários mais segurança, economia, conforto, entretenimento e praticidade. Mas, para obtermos resultados satisfatórios, temos que considerar detalhes pertinentes à infraestrutura, conhecimentos gerais do integrador e perfil dos usuários.

Quanto ao integrador (ou consultor), busca-se, no profissional, uma visão completa dos diferentes sistemas que devemos incluir em um projeto – e que precisam funcionar paralelamente, tais como: áudio, vídeo, som ambiente, TV por assinatura, segurança e alarmes, sistemas de iluminação e telefonia, redes de dados e informática, ar-condicionado e aquecimento, persianas e cortinas elétricas, eletrodomésticos inteligentes e produtos de utilidades domésticas (irrigação, aspiração central, bombas e motores e o gerenciamento de energia).

No conceito de automação, cada item deve ser colocado a serviço do cliente, personalizando-se a tecnologia para seu estilo de vida e/ou necessidades reais. Afinal, mesmo os bons produtos – se estiverem fora da necessidade ou se forem mal-instalados – podem virar um pesadelo. Manter o sistema flexível, para facilitar futuros upgrades, é obrigação do integrador. E recomenda-se definir meios para que, em uma eventual falha dos sistemas principais, não se percam funcionalidades básicas para os usuários.

Ou seja: neste processo em que a tecnologia deve se adaptar aos usuários (e não vice-versa), será necessária uma fase de adaptação e de aprendizado por parte dos clientes, devido a hábitos que não serão mais necessários pelas novas características dos ambientes (que, aí sim, poderão ser chamados de “automatizados”). Agora que me fiz entender, a automação de iluminação, na maioria dos casos, já deixa muitos satisfeitos. Mas automação “real” é algo bem diferente.

Fonte: Revista Áudio e Vídeo

26 out 2017
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Automação residencial: tecnologia a serviço da praticidade, conforto e segurança

Automação-residencial

Automação residencial não é coisa de ficção científica ou uma questão de luxo. Se antes esse conforto era acessível somente às pessoas com alto poder aquisitivo, hoje a tecnologia está conquistando cada vez mais espaço, valorizando os ambientes e ajudando a cortar custos.

O serviço já é uma realidade cada vez mais constante, especialmente após a chegada da automação wireless, entre outras novidades que evitam a quebra de paredes para adequar o local aos procedimentos de instalação das tecnologias.

Projetos de automação residencial podem ser inseridos em uma grande quantidade de construções. Além de apartamentos e casas, eles são aplicados em escritórios, hotéis, teatros, auditórios, prédios, galpões, salas de conferência e até sítios e fazendas.

Isto é, em qualquer lugar em que haja a necessidade de automatizar comandos e funções ou integrar sistemas.

Na verdade, o próprio conceito de automação para residências foi mudando com o tempo, resultando em inúmeras possibilidades de uso. Das soluções mais básicas às mais amplas, são processos práticos e econômicos utilizando sistemas de integração.

A ideia principal da automação residencial é deixar os cômodos mais funcionais, agradáveis, bonitos, valorizados e seguros. Tudo isso seguindo os interesses específicos dos usuários.

A automação compreende serviços conjuntos obtidos por meio de sistemas tecnológicos integrados para atender às necessidades elementares de uma habitação em quatro aspectos: gestão de energia, comunicação, segurança e conforto.

Os objetivos são: favorecer a qualidade de vida, reduzir o trabalho doméstico, aumentar o bem-estar, racionalizar o consumo de energia elétrica. Sendo que a evolução constante dos recursos tecnológicos empregados permite acrescentar novas aplicações com frequência.

Na Europa, por exemplo, o termo automação residencial é comumente chamado de “domótica”, uma vez que é mais abrangente. E ganhou força com a chegada dos computadores pessoais e da internet, o boom da telefonia móvel e outros recursos, fazendo aumentar a aceitação das tecnologias residenciais.

Aqui no Brasil é que usamos a tradução ao pé da letra de “home automation”, um conceito norte-americano mais restrito. É que se formos analisar bem a palavra automação ela não incluiria sonorização ou comunicação, por exemplo.

Para tornar o projeto uma realidade, são aplicados sistemas de controle automatizados em todas as funções dentro de um determinado ambiente.

Os acionamentos são integrados com foco na praticidade e na simplicidade dos comandos. Uma objetividade que também não dispensa a beleza, claro.


Saiba mais sobre automação residencial

Diante de tudo o que foi dito anteriormente, podemos chegar a um resumo sobre os sistemas tecnológicos que a automação residencial deve abranger:

Comunicações, que incluem tevê por assinatura, redes domésticas, telefonia e interfonia.

Instalações elétricas, que englobam além da iluminação, gestão de energia, cortinas e persianas, entre outros itens.

Operacional de segurança, ou seja, alarmes de intrusão, controle de acesso, monitoramento, circuito fechado de tevê e alarmes técnicos (vazamento de gás, fumaça etc.).

Sistemas multimídia, isto é, jogos eletrônicos, som ambiente, áudio e vídeo; vídeos, imagens e sons sob demanda.

Utilidades: bombas, aquecimento de água, climatização, irrigação e aspiração central.

O principal fator que define a automatização residencial é a integração entre sistemas somada à capacidade de realizar funções e comandos a partir de instruções pré-programadas.

Ainda há muito o que crescer neste mercado, pois a automação ainda é relativamente nova. Os primeiros passos nestas tecnologias de integração foram dados no fim da década de 1970, nos Estados Unidos, quando surgiram os primeiros módulos “inteligentes”.

Naquela época, os comandos eram enviados através da rede elétrica, em um processo chamado Power Line Carrier (PLC). Era algo simples para dar uma solução pontual como, por exemplo, ligar luzes de maneira remota. Na verdade, praticamente não havia integração.

Fonte: Tudo Ela

26 out 2017
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6 tendências de sustentabilidade para eficiência energética e fontes renováveis

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A empresa Ideia Sustentável, especializada em estratégia e inteligência em sustentabilidade, publicou na edição do mês de junho de sua revista Next , um estudo com seis tendências de sustentabilidade para eficiência energética e fontes renováveis, produto do Breakthrough Capitalism. Segundo a publicação, o conceito elaborado por John Elkington no livro The Zeronauts diz respeito às pressões sociais sofridas no mundo, capazes de nortear a agenda internacional.

As ondas sociais que conduzem ao Breakthrough podem ser diversas, mas as últimas, a partir do ano de 2010, trouxeram à tona o conceito de sustentabilidade. As tendências listadas abaixo abordam tanto responsabilidades civis como públicas, e mostram como a sustentabilidade pode ser atingida de diversas maneiras. Para a matéria completa, leia a edição 39 da revista Next – Observatório de Tendências em Sustentabilidade.

1. Incentivos adequados e políticas eficazes Para se tornar o quarto maior mercado do mundo em energia solar num curto período de tempo, a Alemanha partiu da premissa de que seria um feito impossível sem a reformulação de sua política de subsídios. Desde o ano de 2000, o governo oferece incentivos para quem instala painéis fotovoltaicos nas residências e a possibilidade de vender excedentes ao sistema elétrico. Em 2014, 50,6% de demanda de eletricidade no país chegaram a ser supridos pela fonte alternativa. Em outras palavras, incentivos e políticas revelam-se determinantes para o sucesso de quaisquer iniciativas de promoção de fontes renováveis de energia, desde que apresentem planejamento de longo prazo, início, meio e fim. Além de vantagens para o meio ambiente, geram-se benefícios financeiros, devido à otimização de processos e à redução de desperdícios, por exemplo. Segundo a International Energy Agency (IEA), um dólar investido em eficiência pode significar uma economia de até três dólares daqui a 2015 com gastos de energia Em suma, avançar de modo consistente e – por que não? – rápido em eficiência energética e no uso de fontes renováveis implica planejamento, regulação e políticas bem estruturadas. Alguns países já contam com importantes conquistas, enquanto outros ainda precisam dar muitos passos para expandir seus meios de produção de energia, gerar negócios, empregos, mercados e benefícios socioambientais.

2. Reconfiguração da matriz energética As fontes fósseis ainda devem predominar na configuração global de energia, mas é impossível ignorar a força com que as renováveis têm conquistado espaço na matriz energética dos países nos últimos anos, reduzindo seus custos de implantação/uso e gerando milhões de empregos. Cada vez mais financeiramente viáveis e ambientalmente vantajosas, elas deixaram de ser uma possibilidade para se tornar uma necessidade. Além de desempenharem um papel fundamental no enfrentamento das mudanças climáticas, as fontes renováveis diversificam a matriz energética e ampliam a segurança na geração de no fornecimento de energia. A efetiva transição para um modelo mais variado, ainda em estágio inicial, enfrenta dois grandes desafios: um de natureza tecnológica (as inovações exigem alto investimento) e outro institucional, que implicará planos de ação de países, mobilização de recursos e delegação de responsabilidades. Mesmo assim, há indicadores positivos. Os números apresentam o progresso significativo das fontes renováveis, que representaram 9,1% da produção energética global em 2014 – valor 8,5% superior ao de 2013. Caso mantenha a taxa de crescimento atual, porém, o índice só alcançará os 20% em 2030. Em resumo, o balanço não é tão animador quanto parece. A tendência é as energias renováveis elas cresçam em escala, enquanto caem os preços das tecnologias e aumenta consideravelmente a pressão sobre questões de mudanças climáticas. Dependerá, contudo, do senso de urgência dos tomadores de decisão – tanto no setor público como no privado – a eficácia da reconfiguração das matrizes de energia.

3. Identificação de focos de ineficiência Diante do cenário atual de mudanças climáticas e escassez de recursos energéticos, é preciso mais do que restringir soluções à busca de fontes alternativas aos combustíveis fósseis: antes de qualquer iniciativa vem a redução dos focos de ineficiência, inclusive nos pontos finais do uso de energia, como carros, aparelhos eletrônicos e edifícios. De agora em diante, políticas, investimentos e inovações devem se pautar pelo princípio do uso mais racional possível. Lançado em 2014, o relatório World Energy Investment Outlook: Factsheet Energy Efficiency (Perspectiva de Invesitmento Mundial em Energia:Informativo de Eficiência Energética) da International Energy Agency (IEA), conclui que investimentos em eficiência energética têm potencial para economizar US$ 18 trilhões até 2035. Ainda segundo o IEA, os investimentos em eficiência energética tendem a quadruplicar até 2035, atingindo US$ 550 bilhões por ano. A promoção da eficiência energética depende de ações coordenadas, sistematizadas e contínuas, tanto públicas como privadas, que venham a produzir resultados econômicos e socioambientais, justificando, com números, a transição efetiva para um sistema de matrizes mais ecoeficientes e sustentáveis.

4. Redes inteligentes de energia Os smart grids não representam uma novidade em si, mas o modo como vêm evoluindo de ganhando escala consolida uma tendência irreversível. Há algum tempo já se discute a conexão desses conjuntos de tecnologias digitais ao sistema elétrico tradicional para monitorar, gerenciar e transportar eletricidade das fontes geradoras até os consumidores finais com máxima eficiência. Mas o que antes se debatia, agora se concretiza: a receita global do mercado de redes inteligentes apresentará rápido crescimento já a partir desde ano na Europa e, na América do Norte, deve se expandir em 80% até 2023, segundo dados da consultoria norte-americana Navigant Research. O uso de smart grids assegura um amplo leque de possibilidades e oportunidades, desde a redução dos custos da energia e das emissões de CO2 (devido à adoção cada vez maior de fontes limpas como solar e eólica) à apropriação da rede pelos consumidores (residenciais, industriais e comerciais). Estes, aliás, com o uso de medidores inteligentes, saberão o quanto usam (e pagam pela) nergia, o que pode levar á extinção, por exemplo, do famoso “gato”, pois as tecnologias sinalizam imediatamente o local do roubo de eletricidade. No Brasil, a frase gera um prejuízo de R$ 15 bilhões, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Com o público de interesse bastante amplo, incluindo empresas de energia elétrica, órgãos reguladores, fornecedores, clientes, poder público, instituições de pesquisa, agentes de desenvolvimento e financiadores, uma bem-sucedida experiência de redes inteligentes dependerá do envolvimento de todos esses atores das estratégias de implantação e manejo. Para tanto, faz-se necessário um planejamento com objetivos claros e metas tangíveis que assegurem uma evolução efetiva de smart grids.

5. Novas tecnologias sustentáveis Os avanços tecnológicos dos últimos anos não ampliaram somente a variedade de fontes energéticas, mas também a possibilidade de superar um desafio mundial: suprir uma levada demanda por energia e reduzir impactos ambientais adotando formas de geração cada vez mais limpas e sustentáveis. De um lado as tecnologias têm papel fundamental na produção de energia mais barata, comercialmente viável, facilmente distribuída e passível de ser utilizada de modo inteligente e conectada. De outro, frente a projeções pouco otimistas sobre o aquecimento global e suas consequências à biodiversidade e à qualidade de vida, permitem reduzir emissões de gases de efeito estuda e outros danos gerados pelos sistemas energéticos tradicionais. Os benefícios de investimento em tecnologias de energia renovável podem vir tanto na forma de mitigação de impactos ambientais como na expansão de ganhos socioeconômicos, conforme demostra o relatório elaborado em 2014 pela International Renewable Energy Agency (IRENA – em português, Agência Internacional de Enegia Renovável), REthinking Energy – Towards a New Power System (Repensando Energia – Rumo a um Novo Sistema de Energia). Segundo o documento em 2013, 6,5 milhões de empregos foram criados em todo o mundo com foco em inovação para fontes mais sustentáveis. Tecnologias com essas características são fundamentais para a produção limpa de energia, cada vez mais baseada em recursos renováveis. Porém, usá-las isoladamente não promove uma mudança efetiva, que exige trabalho conjunto de todas as partes interessadas – governo, cidadãos, financiadores, empresas privadas, agências internacionais – para potencializar os resultados da aplicação de inovações tecnológicas no longo prazo, rumo à transição para um sistema energético sustentável.

6. Educação para o consumo consciente de energia Segundo dados do Balanço Energético Nacional de 2014, as indústrias consomem aproximadamente 34% da energia no Brasil, seguidas pelo transporte de cargas e mobilidade das pessoas (32%) e pelo próprio setor energético (10%). Considerando a pequena diferença percentual entre o primeiro e segundo grupos, impõe-se a necessidade tanto de constante inovação em produtos e processos mais eficientes quanto da educação de consumidores para o consumo adequado de energia. Educar, contudo, não significa apenas fornecer informações, e sim instruir, elucidar, promover mudanças de hábitos de compra e uso.

Quanto mais criativos os meios de educação do consumidor, melhores os seus efeitos. Aplicativos de celular que destaquem diferenças entre lâmpadas LED e fluorescentes, por exemplo, enumerando vantagens do produto mais sustentável e poupando as pessoas de realizar, elas mesmas, comparações e análises, podem servir como recurso educativo. Ajudam também aparelhos com design inovador que propicie um funcionamento mais eficiente, baseado nas condições do local de uso/instalação.

Os consumidores também são motivados a rever hábitos por meio de “jogos de competitividade”, como programas de acumulação de pontos e abatimentos na conta ou premiações para quem conseguir reduzir o uso de energia nos períodos de demanda mais elevada. Além disso, podem ser engajados por apelos públicos e políticas oficiais de eficiência energética, capazes de conscientizá-los e afetar significativamente seus comportamentos.

Empresas e governos são, afinal, responsáveis por educar consumidores, clientes e cidadãos, ampliando sua consciência sobre os benefícios e impactos do uso eficiente de energia. A conservação dos recursos energéticos, mais do que uma questão de prestígio de quem pratica, deve se tornar um dever cívico.

Fonte: Instituto Saúde e Sustentabilidade

13 jun 2017
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O custo da segurança no seu condomínio está elevado e você mesmo assim não se sente seguro?

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Conheça nossa solução de portaria com vídeo IP e controle a distância mais moderno e completo do mercado

O custo com segurança está muito elevado e com o momento em que vivemos temos que cortar despesas da melhor maneira possível.  Com a crise, vem a insegurança e os assaltos e roubos se tornam crescentes.

Uma linha foi desenvolvida com tecnologia de ponta e com design diferenciado para trazer aos usuários mais conforto e segurança com a gravação de imagens 24 horas.

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Se você receber uma visita enquanto estiver fora de casa, o Vídeo porteiro IP oferece ao visitante a opção de gravar uma mensagem de áudio e vídeo. Caso sua visita opte por não gravar a mensagem, o Vídeo porteiro vai fotografá-la para que você saiba quem esteve lá.

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Eficiência e sofisticação definem os terminais de vídeo IP internos ao seu apartamento (Tablets). Com um simples toque, você pode atender chamadas de áudio e vídeo com qualidade de som e imagem digital, liberar o acesso ao seu condomínio, registrar fotos, visualiza todas as câmeras do condomínio ou faz gravações. E com os terminais de video (Tablets conforme as imagens), as teclas laterais também são sensíveis ao toque.

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Com a linha completa de portaria IP, você pode atender a sua visita através do smartphone de onde estiver. Ele é o único que oferece chamadas com som e imagem entre o porteiro de vídeo e o seu smartphone, possibilitando que você abra a porta com um simples toque na tela.

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Além da opção de acesso ao condomínio através de senha, você também pode abrir a porta de uma forma muito mais simples. Conheça o XID 1000: o chaveiro que vai abrir portas para você. É só você aproximar o chaveiro do porteiro IP e ele libera a sua entrada automaticamente.

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07 set 2016
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Controle e gerenciamento de energia

A automatização dos sistemas possibilita o monitoramento dos gastos de energia elétrica, gás e água possibilitando um consumo consciente de recursos, dessa forma gerando economia.

A instalação desse sistema em prédios com medidores de energia, água e gás individuais em cada apartamento permite a leitura automática, por email ou mensagens, do consumo desses recursos, facilitando o gerenciamento do condomínio e o diagnóstico de problemas, como possíveis vazamentos.

Trabalhando sempre com a visão no gerenciamento em união com a economia, a i2c está sempre trazendo benefícios a seus clientes.

A i2c acredita  que um  projeto de automação de sucesso começa com uma base sólida de coleta de dados. A partir de sensores e instrumentos precisos e confiáveis de medição de variáveis de processo (temperatura, pressão, vazão, nível, posição e outros), os dados são enviados para equipamentos de aquisição que gerenciam e enviam estas informações aos clientes de maneira confiável.

Algumas atuações i2c:

Medições automatizadas.
Medição automatizada de sistema de gás natural por apartamento.

 

Medições de Água.
Medição automatizada de água por apartamento.
07 set 2016
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A Criação dos Ambientes Começa Aqui

Um sistema de automação pode ser imaginado como administrador de sua casa ou de sua empresa. Controlando tudo a partir de um Smartphone ou Tablet você pode criar ações automatizadas que economizam energia pelo ajuste da iluminação e condicionamento do ar, mantendo o clima sempre agradável. Para viabilizar uma determinada automação, existe uma necessidade preliminar de realização de um estudo técnico que seria uma engenharia básica ou levantamento de dados. Essa verificação irá identificar todas as necessidades do cliente e que servirá como subsídio para a identificação, análise e determinação da melhor estratégia de controle. Ainda com base nestes dados, escolhemos as melhores opções e recursos de hardware e software necessários para cada aplicação.

A i2c desenvolve um serviço personalizado garantindo que suas necessidades sejam atendidas superando suas expectativas. Acompanhamos a automação da planta à finalização dos aplicativos e assim garantimos a eficiência de nossas instalações implementando a automação com demais projetos complementares, como: paisagismo, projeto elétrico, condicionamento de ar, iluminação e o que mais for proposto para  a instalação.

A instalação contempla tudo que propomos como solução, assim o cliente não precisa se preocupar com a parte física da instalação tornando seu projeto versátil e adaptável com tudo que a tecnologia pode lhe oferecer de melhor.
Entregar ao cliente sempre o melhor.

Algumas instalações realizadas pela equipe i2c:

Instalação do controlador Greenplug da Homesystems
Início da instalação do controlador

 

Cabeamento com Identificação.
Instalação elétrica com cabos identificados conforme planta elétrica e acabamento i2c.

 

Cabos UTP com Identificação.
Instalação de cabos UTP Cat 5 com identificação de cabos conforme projeto e acabamento i2c.

 

Controlador Greenplug.
Controlador finalizado e pronto para funcionamento com acabamento i2c.

 

Pronto para configuração.
Instalação concluída!
08 abr 2016
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Eficiência na Iluminação a LED

Com o consumo de energia elétrico estimado em até 40% do total de uma residência ou corporação com iluminação convencional, a iluminação de LEDS apresenta tecnologia, qualidade e eficiência energética.

A iluminação LED (sigla em inglês para diodo emissor de luz). Apresenta-se como um semicondutor compacto e seu facho de luz não dissipa energia na forma de calor. Desta maneira, não emite radiação infravermelha/ultravioleta e não atrai insetos. É ecologicamente correto e livre de metais pesados.

A vida útil do LED é de aproximadamente 10 vezes maior que as convencionais, proporcionando uma economia que pode chegar a 80% em relação às incandescentes e alógenas.

 

 

04 abr 2016
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Automação Corporativa

Normalmente o ambiente corporativo possui equipamentos eletrônicos que são utilizados na rotina de trabalhos dos profissionais, visando facilitar o bom andamento do trabalho. A automação disponibiliza diversos serviços que irão facilitar e aumentar à produtividade dos profissionais, trazendo maiores benefícios às empresas.

A automação corporativa tem a intenção de empregar sistemas inteligentes, ou seja, equipamentos de tecnologia que servem para controlar a automação, sistemas de ar-condicionado, sistemas de áudio e vídeo em auditórios, salas de reuniões e vídeo conferências entre outras funções.

Outros Benefícios:

Segurança – Sistemas de acesso biométrico, identificação facial, Central de Câmeras de vigilância, sensor de presença. Esses equipamentos contribuem diretamente para a segurança do ambiente.

Economizar energia elétrica – Ter a possibilidade de verificar o consumo hidráulico e elétrico pelo celular ou tablet, sem surpresas com a chegada da fatura no final do mês.

Praticidade – imagine você poder visualizar o que acontece em sua empresa de onde estiver? Controlar através do smartphone a abertura de cortinas, controlar o sistema de iluminação e o movimento de pessoas dentro da empresa.

Qualidade – Nas salas de reuniões, os sistemas de áudio e vídeo melhoram a qualidade dos meios de comunicação e possibilitam reuniões e eventos sem problemas de mau contato em microfones, falhas e distorções nas imagens. Em ambientes de auditórios, salas de reuniões e salas tecnológicas, a automação corporativa permite a adequação de toda tecnologia conforme a demanda.

A tecnologia da automação corporativa é uma facilidade indicada a empresas de qualquer porte ou segmento. Hospitais, escolas, consultórios, lojas, escritórios, Hotéis, enfim, qualquer empresa corporativa deve, pelos diversos benefícios citados, investir em sistemas que venham a valorizar seu negócio.

A I2c convida você a conhecer e fazer parte destes projetos.

02 abr 2016
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Energias Renováveis

O sol possui uma fonte inesgotável de energia, além de ser limpa e ecologicamente correta.

A energia solar fotovoltaica é uma fonte de energia em que placas de silício transformam a incidência dos raios solares em energia elétrica. A energia solar tem a grande vantagem de não poluir durante seu uso, sendo a forma de produção de eletricidade que mais cresce no mundo atualmente.

As Vantagens de um sistema fotovoltaico estão no baixo custo de manutenção e vida útil de até 30 anos. Este sistema aliado ao conceito de automação residencial e corporativo auxilia na utilização do uso racional e sustentável de energia elétrica.

A Equipe da I2c está a inteira disposição para realizar um estudo de viabilidade,  realização de projetos e instalação de painéis fotovoltaicos. Sendo On Grid ou Off Grid.